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RETROSPECTIVA IMA 2023

Governo 19-06-2026
IMA participa na 1.ª Conferência Internacional Next PMO 2026

O Instituto de Modernização Administrativa (IMA) marcou presença, hoje, na cerimónia de abertura da primeira edição do Next PMO 2026, a primeira conferência internacional dedicada a Escritórios de Projectos (PMO), Governança e Estratégia realizada no espaço lusófono.
A intervenção institucional de abertura esteve a cargo de Meick Afonso, Director-Geral do Instituto de Modernização Administrativa. No seu discurso, o Director-Geral defendeu que a discussão actual sobre PMOs deve ir além das ferramentas e metodologias e centrar-se numa pergunta mais profunda: como construir, nas organizações, verdadeira capacidade de execução.
O Director destacou que, no sector público, esta exigência é ainda maior, na medida em que “um projecto público não é apenas um projecto. É uma promessa feita ao cidadão”. Sublinhou que a modernização administrativa não se faz por uma única instituição, plataforma ou diploma, mas pela articulação concertada entre ministérios, institutos públicos, administrações municipais, governos provinciais, entidades reguladoras e parceiros internacionais.
Como ilustração, referiu o caso do Título do Veículo, implementado no âmbito do programa SIMPLIFICA e a Janela Única de Concessão de Direitos Fundiários (JUCDF), cuja implementação foi efectuada por via da colaboração de vários órgãos do Governo.
Apresentou ainda a Agenda de Transição Digital da Administração Pública 2027 como uma carteira estratégica integrada de iniciativas, e referiu o Projecto de Aceleração Digital de Angola (PADA) como exemplo da complexidade e importância da coordenação multissetorial.
Numa das passagens mais marcantes da intervenção, Meick Afonso afirmou que o PMO é “a ponte entre a decisão política e a entrega técnica; entre a visão estratégica e o serviço prestado; entre o plano aprovado e o benefício sentido pelo cidadão”, defendendo que a execução é, também ela, uma forma de responsabilidade pública.
A 1.ª edição do Next PMO conta com oradores internacionais de referência mundial e responsáveis institucionais de vários países da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa, com encerramento previsto para o dia 5 de Maio no Hotel EPIC Sana em Luanda.

Fonte: Sem fonte
Governo 19-06-2026
IMA promove sessão de consulta pública sobre o Anteprojecto de Lei do Governo Digital

O IMA realizou no dia 06 de Maio na ENAPP, a sessão de consulta pública do Anteprojecto de Lei do Governo Digital, num encontro que reuniu, representantes de instituições públicas, especialistas, juristas, académicos e parceiros do ecossistema digital nacional.
A consulta teve como objectivo recolher contributos qualificados para o aperfeiçoamento do diploma que estabelecerá o quadro normativo do Governo Digital em Angola, peça estruturante para o desenvolvimento dos serviços públicos digitais, da interoperabilidade entre instituições do Estado e da relação digital entre a Administração Pública e o cidadão.
A sessão contou com a intervenção de Helena Leep, especialista da Estónia em Governo Aberto, que participou em formato online e apresentou um benchmark internacional sobre os principais referenciais legislativos e institucionais nesta matéria, partilhando experiências comparadas que têm sido determinantes na construção de quadros legais sólidos para o governo digital em diferentes jurisdições.
Coube ao Prof. Doutor Carlos Feijó a apresentação técnica do Anteprojecto de Lei do Governo Digital, expondo a arquitectura, os princípios estruturantes e os principais eixos normativos do diploma. O anteprojecto, composto por 13 capítulos e 107 artigos, introduz uma evolução conceptual relevante ao consagrar o princípio da “Legalidade Digital”, actualizando o paradigma clássico da legalidade administrativa. Na sua intervenção, identificou a falta de interoperabilidade dos sistemas em Angola como uma das principais causas dos estrangulamentos administrativos, da morosidade processual, da duplicação de procedimentos e, por vezes, de decisões administrativas incoerentes e pouco coordenadas, sublinhando que cada órgão, ministério, os tribunais em sua maioria operam hoje com sistemas próprios, sem diálogo entre si situação que o anteprojecto procura superar.
O Professor Catedrático explicou que a proposta de lei assenta em três pilares estruturantes: a legalidade e segurança jurídica, com a substituição do tradicional princípio da legalidade administrativa pela legalidade digital; a boa administração, que impõe ao decisor o dever de encontrar sempre a melhor solução entre as várias possíveis; e a protecção de dados, que exige uma articulação cuidadosa com os direitos, liberdades e garantias do cidadão, face ao volume de informação que o Estado passa a deter.
O Anteprojecto, está disponivel para consulta online no portal de consultas públicas no endereço: https://lnkd.in/dVGNRP3H.

Fonte: Sem fonte
Governo 19-06-2026
7.ª Edição do Fórum IMA debate o Sistema de Assinaturas Electrónicas e o Carimbo do Tempo como pilares da Confiança Digital

O Instituto de Modernização Administrativa (IMA) realizou a 7.ª Edição do Fórum IMA, dedicada ao Sistema de Assinaturas Electrónicas e ao Carimbo do Tempo, considerados infra-estruturas essenciais para o reforço da confiança digital e para a transformação dos serviços públicos.
O encontro, subordinado ao tema “Sistema de Assinaturas Electrónicas e Carimbo do Tempo: Infra-estruturas de Confiança Digital para a Transformação dos Serviços Públicos”, reuniu representantes de instituições públicas, do sector privado, especialistas e parceiros nacionais e internacionais.
Na sessão de abertura, José Leiria, Presidente do Conselho de Administração da Administração Geral Tributária (AGT), destacou a importância destas soluções para garantir a autenticidade, integridade e segurança dos documentos electrónicos.
Durante o Fórum, foram apresentadas experiências nacionais em matéria de transformação digital, com destaque para o Sistema Nacional de Contratação Pública Electrónica (SNCPE 2.0), apresentado por Axel Kuango, e para a Facturação Electrónica em Angola, abordada por Hamilton Nihefe, da AGT.
O enquadramento jurídico esteve a cargo da Dra. Vânia Barros, técnica jurídica do IMA, que abordou os instrumentos legais que sustentam a validade e aplicação das assinaturas electrónicas e do carimbo do tempo no contexto nacional.
A componente internacional foi assegurada por André Caricati, especialista brasileiro em Infra-estrutura de Chaves Públicas e Carimbo do Tempo, que apresentou a experiência do Brasil, iniciada em 2001, com destaque para a ICP-Brasil, o certificado avançado do Gov.br e os mecanismos de validação de assinaturas. O especialista realizou ainda uma demonstração ao vivo do processo de assinatura digital e partilhou recomendações para Angola.
Com esta iniciativa, o IMA reforça o seu compromisso com a Agenda de Transição Digital da Administração Pública e com a promoção de serviços públicos mais modernos, seguros e confiáveis.

Anexos:


**Principais Conclusões da VII Edição do Fórum do Instituto de Modernização
Administrativa:**
Baixar:

Fonte: Sem fonte
Governo 19-06-2026
Assinaturas electrónicas e carimbo do tempo: órgãos do Estado avançam para a fase de desenho e implementação.

No âmbito da Agenda de Transição Digital da Administração Pública, decorreu no dia 07 de Maio, em Luanda, uma reunião de trabalho dedicada ao desenho e especificação da solução tecnológica para assinaturas electrónicas, assinaturas digitais e carimbo do tempo, como componente estruturante da implementação do Governo Digital em Angola.
A sessão contou com a participação da Direcção Nacional de Identificação, Registos e Notariado, da Direcção Nacional de Tecnologias de Informação do Ministério da Justiça e dos Direitos Humanos, da Direcção de Tecnologias de Informação do Ministério do Interior, do Departamento de Tecnologias de Informação do Secretariado do Conselho de Ministros, do Serviço de Tecnologias de Informação e Comunicação das Finanças Públicas, do Serviço Nacional de Contratação Pública, do Guiché Único da Empresa e do Instituto Nacional de Segurança Social.
O encontro teve foco prático, visando alinhar requisitos, responsabilidades e condições de implementação e integração do sistema nos principais fluxos administrativos, com segurança e interoperabilidade. A implementação desta infra-estrutura permitirá conferir pleno valor jurídico aos documentos digitais, reduzir a circulação de papel, reforçar a autenticidade e integridade dos actos e aumentar a confiança nas transacções electrónicas entre cidadãos, empresas e Administração Pública.

Fonte: Sem fonte

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